25 de novembro de 2012
Campeões?? Cadê?
Eu sempre fui uma adicta das corridas de Fórmula 1, mas aquele GP em que o Rubinho precisou dar passagem pro Schumacher, e deixou pra fazer isso na última curva só pra mostrar quem era o bom, foi o último que assisti com prazer.
Por aqui, assisti ao GP do Brasil com narração em castelhano, já que a Globo Internacional não tinha permissão pra transmitir as corridas, por regras contratuais. Menos mal, assim não precisei ouvir a voz do Bobão Bueno.
O comentarista disse que as lágrimas que o Massa deixou rolar no pódio, eram de emoção por ter contribuído todo o ano com o seboso(mas não menos gato) Alonso.
DUVI D O DÓ!!!
Tenho certeza que eram lágrimas de frustração por ter tido que ceder o 2º lugar pro espanholzinho metido, e ter tido que engolir um montão de sapos o ano todo como 2º piloto da equipe.
E nem adianta dizer que o Massa não tinha mesmo chance e por isso ajudou.
Alguém consegue imaginar Emerson Fittipaldi ou Jack Stewart, Nelson Piquet ou Allan Prost, ou o insubstituível Airton Senna ganhando à base de ajudinha de companheiros de equipe? Talvez tenha acontecido uma ou outra vez, com um ou outro, mas não sistematicamente.
Como não sigo mais o circo da Fórmula 1 com interesse e contância, não sei dizer se o Vettel precisou de cooperação pra ser campeão este ano.
Tomara Luiz Razia ingresse na Fórmula 1 e nos surpreenda como há muito não acontece. Tomara.
17 de outubro de 2012
Dodói
...e no domingo, final de tarde, eu comecei a sentir uma dorzinha estranha no "pé da barriga", mas não fiz caso.
Na segunda, já não podia utilizar o sufixo "zinha" porque a dor estava bem mais forte.
E fui aguentando firme, mas o esposo, lindo demais da conta, começou a perceber que eu não estava muito bem.
Jantamos e fomos dormir. E cadê que eu conseguia dormir? Pensei em cistite , diverticulite ... conheço bem essa dor porque por duas vezes precisei ser internada por causa dessas alcinhas no intestino. Pensei em outras coisinhas mais, como por exemplo, que preciso deixar em algum canto, todas as minhas senhas marcadas, porque... vai que, né...
Ok, sou extremamente trágica e comecei a pensar: E se ocorre um erro médico e eu tô aqui no Panamá?
Passei a noite tentando uma conexão na pousada onde estávamos, pra buscar auxílio do plano de saúde em alguma cidade mais próxima. Eu já estava achando que não conseguiria viajar os quase 400 kms de volta à cidade grande.
E tinha outro agravante: na terça era aniversário do maridoco e seria muita sacanagem sair correndo por causa de uma dorzona.
Logo cedinho ele perguntou: -Como cê tá?
-Não tô muito bem não.
Então temos que ir embora.
Mas nem um beijinho de feliz aniversário ele tinha recebido ainda!
-Vamos, pelo menos, procurar uma clínica em Pedasí, a cidade grande mais próxima (quatro mil habitantes).
E lá fomos nós. Centro de saúde. Pessoas super gentis. $2.00 a consulta (R$ 4,00) e mais $1.00 pelos medicamentos colocados no soro que tomei por hora e meia.
Melhorei rapidinho. Agora é chegar na cidade grande e correr atrás de um médico pra descobrir o que passou.
7 de outubro de 2012
Dúvida cruel
Abandonei quase que completamente este blog. Tenho muita coisa pra escrever, mas não tenho conseguido concatenar as ideias. Rosanita me deu a ideia, muito boa, que é falar sobre as similitudes e discrepâncias sobre este país e o Brasil. Mas todas as vezes que começo um texto, ele me parece tão infantil, tão tolo e ridículo, que eu desisto.
O maridoco me sugeriu outro blog, mas não sei se dou conta. Vou pensar nisso.
26 de agosto de 2012
Príncipe? ou príncipe?
Qual garota, com 12, 13 ou 15 anos não sonha com um príncipe encantado?
Eu sonhava. Com 12, 13 anos descobri Tony Ramos e sabia que esse era o meu estilo de príncipe encantado: moreno, olhos negros, cabeludo, muita barba, sempre bem feita, e uma sensibilidade à flor da pele. Assistia pouquíssimo às novelas da TV Tupi, mas quando eu o via...
Um dia, estava na esquina da Pamplona com José Maria Lisboa fazendo pedágio pra faculdade e quem para no semáforo??? UI !!! Quase morri!! Pedi uma ajudinha (embora preferisse pedir um beijo) e ele me deu! A ajudinha, não o beijo. Esposa e filho já faziam parte de sua vida.
Em fevereiro de 75, com dezenove anos, conheci um carinha numa viagem ao Rio, e quando cheguei em casa, disse à minha mãe: - Conheci meu príncipe, o homem da minha vida!!!
Precisei de dois meses pra fazer o dito-cujo ir até minha casa. E mais dois, pra começar a namorar com ele. E sabem com quem ele era parecido?
Loiro, olhos verdes, quase imberbe...dá pra acreditar? E eu, fissurada nesse cara, que era o oposto do que eu imaginava pra príncipe! E em 77 lacei o homem!
E lá se vão quase trinta e cinco anos de casamento,com muitas alegrias, mudanças, crises (quem não as tem?), três filhas maravilhosas,e uma vida, agora, muito tranquila.
Tô aqui, olhando pro meu loirão de olhos verdes, feliz da vida!
Tony Ramos? Continuo adorando o cara. Antonio Banderas então!!! Aff...
16 de junho de 2012
Aliança
Dizem que a aliança de casamento surgiu por volta de 2800 a.C., quando os egípcios usavam um anel para simbolizar o casamento.
Para eles, um círculo, não tendo começo nem fim, simbolizava a eternidade para a qual o casamento era destinado.
O uso da aliança tem um objetivo específico, a meu ver: informar o compromisso e a indisponibilidade da pessoa que o utiliza.
Mas sua utilização não significa, infelizmente, o respeito a essas duas informações.
Existem alianças mais fortes, mas que são invisíveis aos olhos.
Há muito o objeto ALIANÇA deixou de fazer parte da minha vida, mas o compromisso e a indisponibilidade continuam presentes no coração e na alma.
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