26 de agosto de 2012

Príncipe? ou príncipe?

Qual garota, com 12, 13 ou 15 anos não sonha com um príncipe encantado? Eu sonhava. Com 12, 13 anos descobri Tony Ramos e sabia que esse era o meu estilo de príncipe encantado: moreno, olhos negros, cabeludo, muita barba, sempre bem feita, e uma sensibilidade à flor da pele. Assistia pouquíssimo às novelas da TV Tupi, mas quando eu o via... Um dia, estava na esquina da Pamplona com José Maria Lisboa fazendo pedágio pra faculdade e quem para no semáforo??? UI !!! Quase morri!! Pedi uma ajudinha (embora preferisse pedir um beijo) e ele me deu! A ajudinha, não o beijo. Esposa e filho já faziam parte de sua vida. Em fevereiro de 75, com dezenove anos, conheci um carinha numa viagem ao Rio, e quando cheguei em casa, disse à minha mãe: - Conheci meu príncipe, o homem da minha vida!!! Precisei de dois meses pra fazer o dito-cujo ir até minha casa. E mais dois, pra começar a namorar com ele. E sabem com quem ele era parecido? Loiro, olhos verdes, quase imberbe...dá pra acreditar? E eu, fissurada nesse cara, que era o oposto do que eu imaginava pra príncipe! E em 77 lacei o homem! E lá se vão quase trinta e cinco anos de casamento,com muitas alegrias, mudanças, crises (quem não as tem?), três filhas maravilhosas,e uma vida, agora, muito tranquila. Tô aqui, olhando pro meu loirão de olhos verdes, feliz da vida! Tony Ramos? Continuo adorando o cara. Antonio Banderas então!!! Aff...

16 de junho de 2012

Aliança

Dizem que a aliança de casamento surgiu por volta de 2800 a.C., quando os egípcios usavam um anel para simbolizar o casamento. Para eles, um círculo, não tendo começo nem fim, simbolizava a eternidade para a qual o casamento era destinado. O uso da aliança tem um objetivo específico, a meu ver: informar o compromisso e a indisponibilidade da pessoa que o utiliza. Mas sua utilização não significa, infelizmente, o respeito a essas duas informações. Existem alianças mais fortes, mas que são invisíveis aos olhos. Há muito o objeto ALIANÇA deixou de fazer parte da minha vida, mas o compromisso e a indisponibilidade continuam presentes no coração e na alma.

17 de maio de 2012

...


Uma planta.
Uma criança.
Um amor.
De uma forma bem simplista
uma planta necessita de adubo. E cresce.
Uma criança precisa de alimento. E cresce.
Um amor precisa de atenção, cumplicidade, liberdade, cuidado, paciência, respeito, abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim... e mesmo assim, muitas vezes ele não cresce. E morre.
Por isso tantos desistem dele.
Uma árvore.
Um adulto.
Um vazio.

20/06/08

9 de abril de 2012

Nós e Bial

Te contar que  noite dessas Roberto e eu fomos a uma reunião na casa do Bial e ele estava com os cabelos menos brancos do que aparece na TV. Super criativo, preparou uma série de jogos e brincadeiras pros convidados. Interessante que quando cheguei, notei algumas "bixigas" vazias largadas pelo chão. Ainda bem que não peguei, pois quem fez isso teve que pagar um mico na frente dos convidados. Nem sabia que tínhamos tantos amigos em comum. 
Bem no finalzinho da festa, quando estávamos indo embora. ... acordei. Beijo Rosanita.

20 de março de 2012

Aproveitando a pechincha

Aqui no Panamá existem algumas lojas de departamento que vendem de tudo. São uma loucura!
Procurando com paciência e sem pressa, pode-se encontrar coisas bem interessantes.
Encontro algumas peças tão baratas, que me custa crer que seja verdade.
Fiz um post aqui pra mostrar como usei as pedrinhas que comprei, por causa do preço.
Agora vou falar das velas que encontrei e o que fiz com elas.
Paguei R$ 0,14 cada bola, R$ 0,22 as quadradas e R$ 0,28 as cilíndricas. Muito barato, heim!



Trouxe também esse enfeite enrolado pra poder usar na maquiagem das velas.
Fui a uma ferretería e comprei corda bem fininha e mandei brasa na arrumação.
Aproveitei também as miçangas de madeira que vieram com as velas (saudades de todas as minhas coisas de artesanato. Agora em maio, vou trazer tudo!!)




Não precisei fazer nada muito elaborado. As peças enroladas, que são de um material resistente e parecem cascas de árvores, deixei na água por dois dias pra ficarem mais maleáveis e usei ainda úmidas. Depois que secam, voltam as estado anterior. Assim, será possível utilizar num outro projeto.



Dependendo da ocasião, posso fazer um arranjo usando as conchinhas ou as pedras que peguei na praia com a ajuda do maridoco, ou qualquer outra coisa.





E aí...acabei usando tudo de novo alguns dias depois.

Comprei umas flores bonitas e, quando cheguei em casa, percebi que o vaso que tenho era grande pra elas.
Então, peguei umas garrafas que estavam guardadas pra serem usadas um dia (pagando a boca por tanto praguejar de quem guarda coisas sem saber se vai usar), um tanto da corda fininha, umas miçangas de madeira e...